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Agronegócio catarinense: uma luz de esperança para 2019

Acesse a coluna Pelo Estado deste fim de semana (8 e 9) e saiba as principais informações do Estado.

Agronegócio catarinense: uma luz de esperança para 2019
(Foto: Foto: Cornfield/Shutterstock.com)

Todas as agroindústrias catarinenses, que tinham lucro variando de 2% a 5% como média anual, vão fechar o ano de 2018 no vermelho. São desajustes provocados pelas oscilações naturais do mercado, mas também pela instabilidade econômica do país e, principalmente, pela greve dos caminhoneiros, cujos reflexos ainda se fazem sentir e são bastante negativos. A avaliação é do presidente da Federação de Agricultura e Pecuária (Faesc), José Zeferino Pedrozo, durante o Seminário Estadual e Assembleia Geral Ordinária da entidade, ontem (7), na Grande Florianópolis. Um dos mais experientes nomes do agronegócio do estado, Pedrozo recupera o tom otimista ao projetar o que deve acontecer em 2019. Para ele, será um ano de recuperação e todas as empresas do setor deverão voltar a registrar lucro. "Ninguém suportará dois anos seguidos de perdas", afirmou. Parte do entusiasmo vem da confiança no novo comando do país, sob a presidência de Jair Bolsonaro. Mas também da reabertura de mercados e da conquista de novos. México, Coreia do Sul, Estados Unidos e países da Europa estão permanentemente na mira dos exportadores de aves e suínos. Para que essa recuperação seja mais firme, Pedrozo considera essencial a ampliação das BRs 470 e 282. "Transportamos nossos produtos hoje pelos mesmos caminhos que transportávamos há 50 anos", reclamou.

Mudanças

Duas notícias agitaram o cenário político catarinense no final da quinta-feira (6). Uma delas é a de que o atual ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur, o catarinense Vinícius Lummertz (MDB) vai compor o governo de João Dória (PSDB) em São Paulo. Uma perda importante para Santa Catarina, que tinha em Lummertz um aliado para as questões de um dos mais dinâmicos setores da economia estadual. A outra notícia foi a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SC) de dar a vaga na Câmara federal, até agora com Ricardo Guidi (PSD), para Ana Paula Lima (PT). Para isso, o tribunal considerou válidos os pouco menos de 500 votos dados para Ivana Laís (PT), cuja candidatura só foi deferida na quinta. Ana Paula tinha ficado de fora da Câmara dos Deputados por somente um voto.

Se estivéssemos no Reino Unido, certamente as casas de apostas estariam agitadíssimas com gente tentando acertar o nome do próximo presidente da Assembleia Legislativa. Alguns garantem que será o emedebista Mauro De Nadal. Outros afirmam que não. E vão além, prevendo que o MDB sofrerá um isolamento. Há quem garanta que já está tudo certo para Julio Garcia (PSD) ser o presidente nos primeiros dois anos da próxima legislatura e que Marcos Vieira (PSDB) responderá pela Escola do Legislativo. A vice-presidência deve ser acordada em uma reiunião que acontece no começo da próxima semana. Quem vai com quem? Para onde? Incógnitas que só serão esclarecidas de fato a partir de 1º de fevereiro de 2019.

Apesar da turbulência política e econômica, a Fundação Celesc de Seguridade Social (Celos) tem se destacado, com rentabilidade anual acumulada até o final de outubro superior à média dos índices de mercado. A instituição atende funcionários, antigos e atuais, da Celesc em previdência e saúde em todo o estado. Nos planos administrados Misto e Transitório foram registrados, respectivamente, 8,83% e 9,08%. Este desempenho é superior à meta atuarial dos planos, que acumulam 8,21% e 8,40%, respectivamente, bem como dos principais índices de mercado, como o CDI, com 5,38%. Isso é resultado da atual postura de diversificação da carteira de investimentos, que busca maior estabilidade nos retornos, com foco em títulos públicos federais e fundos de investimentos com melhor desempenho no mercado e elevada liquidez. Com patrimônio total de R$ 2,9 bilhões a CELOS somou de janeiro até outubro deste ano R$ 292 milhões em benefícios pagos.

Educação digital 

O projeto Escola Rural, promovido pelo Comitê para Democratização da Informática (CPDI), ONG de Santa Catarina, em parceria com Casas Familiares Rurais e Escolas Públicas, já atendeu mais de 400 jovens. O projeto visa promover educação digital para jovens filhos de agricultores, moradores de comunidades rurais. O objetivo é profissionalizar o jovem produtor e evitar o êxodo rural.

Prêmio Pelo terceiro ano consecutivo, o LIDE SC realiza o Prêmio Líderes de Santa Catarina. A escolha dos concorrentes foi realizada por votação a divulgação dos vencedores em cada categoria será realizada no dia 18, em Florianópolis. A entrega do prêmio encerra o calendário de eventos do LIDE SC neste ano.

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Comentários

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Mariana Asis

Mariana Asis

Sí o agronegócio Catarinense quer ganhar os mercados Europeios. Tem que começar a olhar com mais carinho a produção orgânica e abandonar o uso de agrotóxicos!
★★★★★DIA 08.12.18 10h32RESPONDER
N/A
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