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Café da esperança

Presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus ministros recebeu nesta quinta-feira (15) deputados e senadores catarinenses. Demandas do Estado foram apresentadas e promessas, principalmente na área da infraestrutura, foram reafirmadas.

Café da esperança

Deputados federais e senadores catarinenses saíram otimistas do café da manhã que tiveram ontem com o presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus ministros. Otimistas e com uma série de promessas. Entre estas, a duplicação da BR-470, que passa à condição de prioridade do governo federal para Santa Catarina. Para a conclusão da obra será necessário ainda o aporte de R$ 800 milhões. Por isso já está na lista de concessões. A obra é considerada fundamental por se tratar de um dos mais movimentados eixos da economia estadual. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que chegou a ser chamado de "São Tarcísio" pelo presidente, assegurou a entrega de mais 13 quilômetros da duplicação da BR-470 até o final do ano, para os quais serão necessários mais R$ 80 milhões. "A ideia é de que até 2021 a gente conclua completamente essa duplicação", declarou. Freitas também assegurou a destinação de recursos para as obras da BR-285, a fim de atingir ao menos 90% dos trabalhos na Serra da Rocinha, e da BR-280, com os 2,1 quilômetros de túnel em Jaraguá do Sul. Uma nova reunião do Fórum Parlamentar Catarinense com o presidente da República já está agendada para antes do final do ano, com o objetivo de avaliar os resultados do que foi encaminhado ontem. O deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, avaliou que o encontro "não poderia ter sido melhor".

Unidos do PSL

O sábado (17) será de atividade do PSL de Tubarão e região (Amurel). Os sulistas, deputado estadual Felipe Estevão e deputado federal Daniel Freitas, organizaram um evento para novas filiações e também para ser a largada rumo às eleições municipais de 2020. Estêvão garante que o objetivo é fortalecer o PSL e peneirar muito bem a qualidade dos filiados. Freitas, por sua vez, fala que o momento é de reestruturação e de formação de um grande time. Ainda que a meta inicial seja 2020, por trás está também o começo da composição de forças para 2022. Talvez por isso tenha havido uma tentativa de boicote ao evento por parte dos secretários de Estado do Desenvolvimento, Lucas Esmeraldino, e da Articulação Nacional, Diego Goulart, ambos com base na região. Aliás, o governador Carlos Moisés, que saiu de Tubarão para a Casa D'Agronômica, foi convidado para o evento. Mas nas conversas pesselistas fala-se da possibilidade de ele não comparecer. É como o próprio governador sempre diz: Quem viver verá.

Desequilíbrio 

O senador Dário Berger (MDB-SC) lembrou ao presidente que Santa Catarina produz cerca de R$ 50 bilhões por ano e recebe em troca perto de R$ 8 bilhões. Para ele, a quinta economia do país precisa ter um tratamento diferente. "Esse diferencial nos credencia a exigir da Presidência da República um retorno mais adequado para nossas dificuldades", declarou, na saída do café da manhã com Bolsonaro.

Na mesma linha, a deputada federal Caroline de Toni (PSL-SC) reiterou a necessidade de infraestrutura para que o Estado produza ainda mais. "O que o catarinense quer não é assistencialismo, mas infraestrutura para escoar sua produção."

Fiscalização

De acordo com o senador Esperidião Amin (PP-SC), o encontro foi bastante "proveitoso e produtivo", com pautas bem definidas. Mas, além de recursos, ele pediu mais rigor na fiscalização das obras, especialmente nas do Contorno Viário da Grande Florianópolis.

Outras demandas apresentadas

  • Revitalização da BR-282/158. Faltam R$ 160 milhões para a conclusão da obra;
  • Duplicação da BR-280. Falta R$ 1,1 bilhão para a conclusão da obra;
  • Reconstrução da BR-163. Faltam R$ 250 milhões para a conclusão da obra;
  • Finalização da BR-285. Faltam R$ 60 milhões para a conclusão da obra;
  • Adequação e manutenção das bacias de evolução e canais de acesso dos portos;
  • Melhoria na infraestrutura e agilidade nos processos de concessão de aeroportos;
  • Manutenção das estruturas das barragens de contenção de cheias; e
  • Na Saúde, ressarcimento de valores não repassados ao Estado por serviços de Média e Alta Complexidade. Déficit está em cerca de R$ 20 milhões.

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