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Diplomados! Que venha a posse

Acesse a coluna Pelo Estado desta quinta-feira (20) e fique por dentro das principais informações de Santa Catarina.

Diplomados! Que venha a posse
(Foto: Divulgação/TRE/SC)

A cerimônia de diplomação dos eleitos em 2018 pelos catarinenses, realizada na noite de terça-feira (18), lotou o auditório do Tribunal de Justiça (TJSC). Os 40 deputados estaduais, os 16 estaduais, os dois senadores e quatro suplentes, além do governador Carlos Moisés e sua vice, Daniela Reinehr, comemoraram a participação em um momento histórico, uma guinada no cenário político catarinense marcada pela maior votação já obtida por um governador, pela presença de uma mulher como vice e ainda pela forte renovação nas bancadas legislativas. E o deputado mais bem votado para a Assembleia Legislativa, Ricardo Alba (PSL), que discursou em nome de todos os estaduais eleitos e reeleitos, destacou a importância do momento político do país. "Um momento em que importam menos as divergências ideológicas, e mais os resultados produzidos em favor do Estado; em que importa menos a sigla partidária, e mais os benefícios aos catarinenses." O agora deputado federal Hélio Costa (PRB), que recebeu mais votos para o cargo e por isso falou em nome dos parlamentares que no ano que vem estarão em Brasília, disse que os eleitos precisam "fazer a diferença para atender a esperança de uma sociedade que não suporta mais viver em um ambiente de incertezas". Já o deputado federal Esperidião Amin (PP), diplomado junto com Jorginho Mello (PR) para o Senado no próximo período, disse em seu discurso que o voto que elegeu a todos não só elegeu, mas legitimou e impôs responsabilidades. "A democracia, que é o nosso sonho, passa por momento bastante grave no mundo, com reflexos no Brasil." E, como bom professor que é, lembrou que o sistema democrático representativo tem quatro pilares: organizações comunitárias, o sistema financeiro, o sistema jurídico e a representação política. "Não nos enganemos. Estes quatro fundamentos estão sofrendo ataques vários, diversificados, pelo mundo a fora", reforçou. O discurso mais esperado da noite, de Carlos Moisés, foi rápido e muito aplaudido. "Não há honra maior para um cidadão do que ser escolhido por seus pares, e outros cidadãos, para executar as mudanças que eles desejam ver transformadas em realidade. Essa é a palavra que resume o que eu sinto hoje: honra." Ao se colocar como um cidadão comum, disse que seu compromisso é agir para melhorar a vida das pessoas. "Vamos resetar o sistema. Vamos enxugar a máquina pública. Vamos corrigir distorções", enumerou.

Estreia em alto nível 

A família Amin teve três diplomações. Além de Esperidião para o Senado, Angela como deputada federal e João, um dos filhos, reeleito deputado estadual. Ao fundo do auditório, só acompanhando a movimentação, estava Catarina, neta do casal Amin. Nos momentos de algum silêncio, sua voz se erguia em um discurso típico dos bebês que testam a capacidade vocal.  E que capacidade! Entre "bababas", "gugugus" e alguns gritinhos, ela alegrou o ambiente. A pequena com tão forte herança política estreou em alto e bom som nos ambientes institucionais.

Chamou a atenção 

Antes da diplomação, em uma sala reservada, chamou a atenção a disposição do governador Carlos Moisés de falar com a imprensa. Algo de certa forma inesperado, uma vez que ele tem evitado o contato direto com repórteres e colunistas. Na conversa, adiantou um pouco do discurso que fez no ato de diplomação.

O relacionamento de Moises com a imprensa - ou a falta dele - foi alvo de queixa. Não diretamente o futuro governador, mas ao atual, Eduardo Moreira, que, na manhã de ontem, mais uma vez recebeu colunistas políticos em seu gabinete. Moreira acredita que parte da explicação para a resistência de seu sucessor com a imprensa deve-se ao temperamento, mais reservado. "Mas, nessa etapa, há a necessidade de ele conhecer a máquina e ter domínio sobre algo que ele não tinha. Eu mesmo disse pra ele que não conseguiria me fechar em copas como ele faz. É difícil! Mas com o tempo ele vai se tornar mais flexível", aposta.

Moreira falou de tudo um pouco com os jornalistas. Avaliou os resultados obtidos pelo MDB-SC como positivos; afirmou que disputa para o governo poderia ter sido diferente se o candidato do partido fosse o prefeito de Joinville, Udo Döhler, e não Mauro Mariani; apresentou números e afirmou que está entregando um Estado em melhores condições de caixa do que o que recebeu. O déficit, estimado para R$ 2 bilhões ao final de 2018, já foi reduzido para menos de R$ 600 milhões. E estima que, com o aumento de receita já observado, somado ao enxugamento da máquina prometido por Moisés, até o final de 2020 o déficit estará zerado. Entretanto, não soube projetar o que há de restos a pagar nas gavetas do poder. "A cada dia aparece uma surpresa", contou.

Distância 

Foi mais ou menos este o recado passado por Caroline de Toni (PSL), deputada federal diplomada na terça-feira. Convidada para fazer uma foto da bancada federal feminina pelas colegas Geovania de Sá (PSDB), Angela Amin (PP) e Carmen Zanotto (PPS), ela rejeitou o convite. Em nada adepta do discurso feminista, preferiu manter distância.

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