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Justiça revoga prisão preventiva de acusados na operação “Bravo Zulu”

Quatro acusados, moradores de Garopaba, tiveram alvarás de soltura expedidos nesta terça-feira (2), pela Segunda Vara Criminal de Imbituba. Outros 14 investigados continuam presos.

Justiça revoga prisão preventiva de acusados na operação “Bravo Zulu”
Em operação realizada em março deste ano, 18 pessoas foram presas na região (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Quatro homens presos em março deste ano na operação “Bravo Zulu” foram soltos nesta terça-feira (2). Os rapazes, acusados pelo envolvimento em organização criminosa que, segundo a polícia, lavava dinheiro do tráfico de drogas por meio de empresas, foram soltos por serem réus primários e não terem antecedentes criminais. Os Alvarás de Soltura foram expedidos nesta terça-feira (2), pela Segunda Vara Criminal de Imbituba. Eles foram soltos no mesmo dia.

No despacho o Juiz Welton Rubenich elucida que “a prova até o momento colhida, em especial na audiência de instrução e julgamento, ainda que pendente o cumprimento de cartas precatórias para oitiva de testemunhas da acusação, não foi capaz de demonstrar que os acusados teriam posição de destaque na suposta organização criminosa, ou atuação reiterada  nos crimes em tese praticados”.

Segundo o advogado de defesa de dois dos acusados soltos, seus clientes foram presos injustamente. “O magistrado percebeu que não existia qualquer prova que ligasse nossos clientes à suposta organização criminosa, existindo uma série de erros durante a investigação. Acredito que a justiça começou a ser feita, mas só vai terminar ao final com a absolvição e o reconhecimento da inocência”, comenta o advogado Guilherme Silva Araujo, da Araujo & Sandini Advogados Associados.

No mesmo despacho, o Juiz negou o pedido de revogação de prisão preventiva de outros sete réus que continuam presos junto com outros sete, que não pediram liberdade. Ao todo, a “Bravo Zulu” prendeu 18 pessoas em Garopaba, Imbituba, Tubarão e Palhoça.

Em 16 de março de 2018

Na época, cerca de 40 policiais federais, 30 policiais civis e 20 militares, deram cumprimentos aos 18 mandados de busca e apreensão expedidos que culminou em 18 prisões, duas a mais do que haviam expedido as comarcas de Imbituba e Garopaba. Além dos líderes da organização criminosa, também foram presas pessoas que, segundo a polícia, eram responsáveis por transportar, guardar e vender drogas. No curso da operação ocorreram apreensões de 637 kg de maconha, 09 kg de cocaína, 02 kg de crack e de cerca de 1.500 comprimidos de ecstasy.

A organização criminosa investigada apresentava grande capacidade financeira, adquirindo e mantendo casas, carros importados e até mesmo um avião de pequeno porte. As investigações indicam que empresas são utilizadas para ocultação dos lucros provenientes do tráfico de drogas, como cocaína, maconha e drogas sintéticas (comprimidos de ecstasy), além de outros crimes. Apurou-se, ainda, que a organização criminosa em questão possui estreita ligação com facção instalada em território catarinense, bem como recrutava adolescentes para atuação em atividades delitivas.

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