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Prova de fogo para a Celesc

Coluna Pelo Estado com informações de SC. Acesse e fique bem informado.

Prova de fogo para a Celesc
(Foto: Divulgação)

A Celesc está passando por uma verdadeira prova de fogo. Os meses de verão sempre são os mais críticos para a companhia, tanto em função do aumento de demanda, por conta do uso mais intensivo de refrigeradores, ventiladores e aparelhos de ar condicionado, quanto pelas intempéries climáticas, com ventos fortes e raios. Para piorar, o verão 2018/2019 chegou com temperaturas muito altas em todas as regiões catarinenses. Ontem, alguns municípios da região litorânea chegaram a registrar 42º de temperatura. No Sul do estado houve registro de 45º, enquanto no Oeste não baixou dos 40º. Na virada do ano, a Celesc apontou um acréscimo de carga 16% maior na Ilha de Santa Catarina, na comparação com a virada de 2017 para 2018. Na subestação Porto Belo, que atende também Bombinhas e Itapema, chegou a 22% no mesmo período. Os percentuais chamam a atenção não só por serem elevados, mas por terem sido registrados em um momento em que não há atividade comercial ou industrial. Ou seja, todo o acréscimo de carga foi residencial e, também, possivelmente impulsionada por turistas. Ontem a Celesc estava fazendo um levantamento do aumento de demanda, já que as empresas começam a retomar o ritmo normal. Se as temperaturas elevadas não derem uma trégua importante, a empresa está se preparando para um novo recorde de carga para a próxima semana. É quando as indústrias que estão em férias coletivas, principalmente de Joinville e Blumenau, voltam à atividade. O último recorde foi registrado no dia 12 de dezembro de 2018, quando a quantidade de energia exigida foi de 4.826 megawatts (MW), valor 1,4% superior ao recorde anterior de 4.760 MW, de 20 de fevereiro de 2017.

Entre militares

O presidente da Associação de Oficiais Militares de Santa Catarina (Acors), coronel Sérgio Luís Sell, e o novo presidente da Associação dos Praças de Santa Catarina (Aprasc), o subtenente RR (reserva remunerada), João Carlos Pawlick, tiveram o primeiro encontro oficial, ontem, com o governador Carlos Moisés, que voltou a falar da importância das medidas para enxugamento da máquina pública. O governador, oficial dos Bombeiros, reforçou que o esforço com a austeridade é justamente para que o Estado possa investir mais em áreas essenciais, como a Segurança Pública. O governador se comprometeu em manter um diálogo frequente com as forças de segurança de Santa Catarina no avanço dos pleitos de valorização das categorias. Também participou da conversa o presidente da Associação Barriga Verde de Oficiais, coronel PMRR José Wolny de Souza. Pawlick aproveitou para protocolar na Casa Militar uma série de pleitos, como a reposição dos salários dos praças, defasado há quatro anos.

No apagar das luzes do Congresso Nacional em 2018, o senador Dário Berger (MDB-SC) viabilizou R$ 14,5 milhões para instalação de usinas de asfalto em municípios do interior catarinense. De acordo com Berger, a ideia é estabelecer parceria com as associações de municípios para contemplar diferentes regiões do estado. "Inicialmente, cerca de 100 cidades serão beneficiadas. A estimativa é que com as usinas instaladas a economia de recursos públicos caia pela metade e chegue a até 50% comparado ao custo do material comprado", explicou o parlamentar.

Foram contempladas cidades de cinco associações de municípios – 28 da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), 18 da região Serrana (Amures), 14 do Alto Irani (AMAI), 14 do Alto Uruguai (Amauc) e 19 do Extremo Oeste de Santa Catarina (Ameosc). Dário Berger afirmou que em 2019 estará focado em garantir recursos para as associações que não contempladas nesse primeiro momento.

Energia 

O recém-criado Sindicato da Indústria de Energia de Santa Catarina (Siesc) já está se preparando para as primeiras atividades. O objetivo da nova entidade é trabalhar pelo desenvolvimento do setor no estado, de olho nas necessidades específicas da categoria, como financiamento e segurança jurídica. O ex-presidente da Federação das Indústrias (Fiesc) Glauco José Côrte é o presidente do Sindicato, composto também por representantes da Celesc, Eletrosul, Engie, Weg, Consórcio Aliança EDP, Geradora Nova Fátima, Camerge Energia, Hidrelétrica Sens, Eólica Boa Vista, Fornasa Energia, Real Energia, entre outras.

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