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Todo ano é a mesma coisa!

40 unidades escolares começam o ano letivo sem condições ideais, diz Ministério Público. Mais detalhes na coluna Pelo Estado desta terça-feira (12).

Todo ano é a mesma coisa!
(Foto: Patrick Rodrigues / Agencia RBS)

O ano letivo começa, mas várias escolas da rede pública do Estado não oferecem as condições ideais para receber os estudantes. Só na região da Grande Florianópolis essa situação se repete em nada menos do que 40 unidades. No mês de janeiro, antes de sair da Promotoria da Educação do Ministério Público (MP-SC), o promotor Davi do Espírito Santo encaminhou à Secretaria de Estado da Educação recomendação para adequações, reparos e consertos nas 40 unidades. Em alguns casos ele chegou a indicar a interdição da escola. Na maior parte, as decisões do promotor foram tomadas com base em um dossiê, incluindo fotos, feito pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, presidida na última legislatura pela deputada Luciane Carminatti (PT), que deve novamente ser escolhida para o cargo. O promotor ainda avisou que no caso de não haver uma atitude por parte do governo, o que é recomendação poderá virar processo. O problema é ainda mais grave quando se trata das APAEs. As aulas para alunos especiais deveriam ter começado também ontem. Entretanto, por um atraso na contratação de professores, de responsabilidade da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), problema previsto pela Comissão de Educação e pelo MP-SC, o começo das aulas nessas instituições foi marcado para o dia 7 de março. Depois da forte pressão por parte dos pais, o governo anunciou o começo das aulas para o dia 25 de fevereiro. A deputada petista encaminhou moção ao governador Carlos Moisés pedindo que o atraso em relação às demais escolas fosse de apenas uma semana, mas ainda não obteve resposta.

Queda de braço

Sobre os decretos assinados pelo governo do Estado no final do ano passado, que determinaram o aumento da alíquota de ICMS para produtos da cesta básica, o deputado Vicente Caropreso (PSDB) até entende a necessidade do governo de equilibrar o caixa estadual e aumentar a arrecadação para pagar em dia os fornecedores e a folha de pessoal. Entretanto, afirma que o ideal seria começar pelo enxugamento de despesas e não através de elevação da carga tributária. Aumento de imposto não é bem-vindo, declarou. "Somos totalmente contra o aumento de qualquer imposto", afirmou. Além da alta nos preços da cesta básica, que atinge e diretamente os consumidores que terão que pagar mais caro por itens essenciais como arroz, feijão, macarrão e pão, o reajuste atinge também o setor produtivo. Ele exemplifica com a indústria têxtil, uma das cadeias produtivas que mais emprega em Santa Catarina e que perderá competitividade. "Minha posição não poderia ser outra. É necessário revogar esses decretos para proteger o consumidor e a indústria catarinense."

Bancada do Oeste 

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Mauro De Nadal (MDB), será o anfitrião da primeira reunião para formação da Bancada do Oeste. Foram convidados 15 parlamentares, mais o próprio Nadal, para integrar o bloco. O objetivo do grupo é defender temas importantes para o desenvolvimento da região. O encontro será hoje pela manhã, no gabinete da vice-presidência.

O Oeste está mesmo clamando por mais atenção. Artigo distribuído ontem pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária (Faesc) e do Conselho de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-SC), José Zeferino Pedrozo, evidencia que, apesar de toda a contribuição que a região deu e dá para o desenvolvimento de Santa Catarina, continua recebendo muito pouco em contrapartida. No texto, Pedrozo afirma que a região foi "abandonada pelos sucessivos governos" e continua assim. A lista de críticas e demandas é grande, mas pode ser resumida em uma única palavra infraestrutura. "Região que muito contribui e nada recebe, o Grande Oeste acostumou-se com pouco ou com quase nada. É uma das áreas mais injustiçadas do território catarinense."

Aliás, as esperanças depositadas pela região no fato de ser de lá a vice-governadora, Daniela Reinehr, começam a minguar. Já existem rumores de reclamação da vice em relação ao papel que vem desempenhando. Não quer ser figura decorativa, usada apenas para as poses nas fotos.

Celos 

Os Participantes da Fundação Celesc de Seguridade Social (Celos) iniciaram o ano com uma excelente notícia. A entidade conquistou a marca de R$ 3 bilhões em patrimônio. Após passar por uma intensa reestruturação na carteira de investimentos, a Fundação, que atende mais de oito mil pessoas em previdência complementar, também encerrou 2018 com rendimentos acima da meta.

Mais luto

Depois de Brumadinho (MG), das enchentes e deslizamentos no Rio de Janeiro e do incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo, que vitimou dois atletas catarinenses, ontem o país foi novamente sacudido por uma notícia ruim. O jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, morreu em um acidente de helicóptero. Todo o setor de comunicação do país lamentou a morte precoce do comunicador.

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